Seja Bem Vindo (a) (:
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Sou só eu que converso comigo mesmo em pensamento?
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‎”Ela gosta de beijo na testa, abraços apertados, sorrisos verdadeiros. Ela odeia gente falsa, tem medo da solidão. Ela quer andar de skate, tocar violão e gosta de tênis. Ela também usa vestidos, sapatilhas e ouve músicas românticas. Ela grita, briga . Mas ela também chora por amor. Ela quer mensagem de madrugada, quer vestir a o moletom do namorado, quer rosas na escola. Ela quer carinho e atenção. Ela, é você.”
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“Desliga” “Awn, desliga você primei…” TU TU TU TU
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” — O que você sonhou mesmo minha querida? “ 
Era fim de tarde de uma sexta-feira 13, a data pra mim não fazia muita diferença, já que sempre tudo ocorria como outro dia qualquer. Mas não era assim para uma amiga minha, que havia morrido a mais ou menos 7 meses, a causa ainda era um pouco misteriosa, alguns diziam que havia sido suicídio, mas alguns fatos mostravam o contrário. Ela sempre ficava muito alterada nas sextas-feiras 13, o que me tirava, muitas vezes, risadas da forma que ela ficava, e de tudo que ela falava. Alguns dias antes de sua morte, lembro-me que conversávamos sobre sonhos, e acabei contando sobre um, que havia me deixado um pouco atormentada, o que era difícil de acontecer, já que eu não me assustava com tanta facilidade. No sonho, um homem se aproximava de mim, seu semblante era suave, porém causava medo. Haviam cicatrizes em seu rosto, e sangue por toda sua roupa, ele virava meu rosto lentamente, até que minha vista alcançasse a calçada, meus olhos se arregalaram quando avistei aquilo. Era corpos de crianças, completamente mutiladas, algumas ainda com vida, estendiam as mãos em minha direção, pareciam querer ajuda. Quando retornava a vista para aquele homem, ele não estava mais lá, e logo em seguida eu acordei. Aquele sonho tinha acontecido mais de uma vez, e sempre tinha o mesmo final. A minha amiga me olhava assustada, e começou a contar a história de Joseph, que era uma alma, que entrava nos sonhos das pessoas, sempre da mesma forma, ele matava crianças, e depois sumia. E todo esse tormento só tinha fim quando ele matava a pessoa que sonhava com isso. Eu tentei segurar o riso, mas não consegui, aquilo era bizarro, e totalmente sem lógica. Ela me segurou pelos ombros com força, e me falou:
— Acredita em mim, e foge enquanto ainda tem tempo.
Depois desse dia não nos falamos mais, até que recebi a notícia de sua morte. De certa forma, aquela frase, ficou em minha cabeça desde então, mas eu não tinha mais sonhado com aquele suposto Joseph, o que me deixava mais aliviada. Combinei com uns amigos de encontrá-los em uma praça, perto de onde morava, como de costume, acabei chegando um pouco mais cedo ao local, e fiquei observando a movimentação. E algo me chamou a atenção, um homem, sentado sozinho em um banco próximo, parecia agitado, não conseguia manter as mãos quietas nenhum segundo sequer. Senti um arrepio quando o homem olhou em minha direção, havia um cicatriz em seu rosto, e aquilo me era familiar. Como meus amigos demoravam muito, resolvi tirar uma soneca ali na praça mesmo, já que era um lugar calmo, não tinha dificuldade. E no meio do sono, acabei sonhando com o tal Joseph. Só que havia mudado algo, eu olhava para as crianças, e quando olhava para o lado ele ainda estava ali, e ele segurava uma faca e logo em seguida falou:
— The end.
E me esfaqueava brutalmente, acordei com a respiração acelerada, e lembrei do que minha amiga tinha me falado: “Isso tudo só acaba quando ele mata a pessoa que sonhava com ele”. Resolvi voltar para casa, e esperar até que algum amigo desse sinal. Enquanto ia para casa, resolvi cortar caminho por um beco, que era um pouco sombrio, mas que já era de meu costume passar por ali. Senti as minhas mãos gelarem quando senti uma mão tocando meu ombro, e uma voz rouca em seguida:
— O que você sonhou mesmo minha querida?

” — O que você sonhou mesmo minha querida? “ 


Era fim de tarde de uma sexta-feira 13, a data pra mim não fazia muita diferença, já que sempre tudo ocorria como outro dia qualquer. Mas não era assim para uma amiga minha, que havia morrido a mais ou menos 7 meses, a causa ainda era um pouco misteriosa, alguns diziam que havia sido suicídio, mas alguns fatos mostravam o contrário. Ela sempre ficava muito alterada nas sextas-feiras 13, o que me tirava, muitas vezes, risadas da forma que ela ficava, e de tudo que ela falava. Alguns dias antes de sua morte, lembro-me que conversávamos sobre sonhos, e acabei contando sobre um, que havia me deixado um pouco atormentada, o que era difícil de acontecer, já que eu não me assustava com tanta facilidade. No sonho, um homem se aproximava de mim, seu semblante era suave, porém causava medo. Haviam cicatrizes em seu rosto, e sangue por toda sua roupa, ele virava meu rosto lentamente, até que minha vista alcançasse a calçada, meus olhos se arregalaram quando avistei aquilo. Era corpos de crianças, completamente mutiladas, algumas ainda com vida, estendiam as mãos em minha direção, pareciam querer ajuda. Quando retornava a vista para aquele homem, ele não estava mais lá, e logo em seguida eu acordei. Aquele sonho tinha acontecido mais de uma vez, e sempre tinha o mesmo final. A minha amiga me olhava assustada, e começou a contar a história de Joseph, que era uma alma, que entrava nos sonhos das pessoas, sempre da mesma forma, ele matava crianças, e depois sumia. E todo esse tormento só tinha fim quando ele matava a pessoa que sonhava com isso. Eu tentei segurar o riso, mas não consegui, aquilo era bizarro, e totalmente sem lógica. Ela me segurou pelos ombros com força, e me falou:

— Acredita em mim, e foge enquanto ainda tem tempo.

Depois desse dia não nos falamos mais, até que recebi a notícia de sua morte. De certa forma, aquela frase, ficou em minha cabeça desde então, mas eu não tinha mais sonhado com aquele suposto Joseph, o que me deixava mais aliviada. Combinei com uns amigos de encontrá-los em uma praça, perto de onde morava, como de costume, acabei chegando um pouco mais cedo ao local, e fiquei observando a movimentação. E algo me chamou a atenção, um homem, sentado sozinho em um banco próximo, parecia agitado, não conseguia manter as mãos quietas nenhum segundo sequer. Senti um arrepio quando o homem olhou em minha direção, havia um cicatriz em seu rosto, e aquilo me era familiar. Como meus amigos demoravam muito, resolvi tirar uma soneca ali na praça mesmo, já que era um lugar calmo, não tinha dificuldade. E no meio do sono, acabei sonhando com o tal Joseph. Só que havia mudado algo, eu olhava para as crianças, e quando olhava para o lado ele ainda estava ali, e ele segurava uma faca e logo em seguida falou:

— The end.

E me esfaqueava brutalmente, acordei com a respiração acelerada, e lembrei do que minha amiga tinha me falado: “Isso tudo só acaba quando ele mata a pessoa que sonhava com ele”. Resolvi voltar para casa, e esperar até que algum amigo desse sinal. Enquanto ia para casa, resolvi cortar caminho por um beco, que era um pouco sombrio, mas que já era de meu costume passar por ali. Senti as minhas mãos gelarem quando senti uma mão tocando meu ombro, e uma voz rouca em seguida:

— O que você sonhou mesmo minha querida?

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"Não acredito em um “estou com saudades” se não vier acompanhado de um “como faço para te ver?"

- Chorão.  (via tedio-fome-e-preguica)
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